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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Técnicos da seleção olímpica de Boxe esperam repetir sucesso de 2012


Técnicos do Brasil com os atletas no treino na Urca
Os atletas são os protagonistas dos Jogos Olímpicos. Mas, para garantir o bom desempenho existe o trabalho dedicado de seus treinadores e de toda a comissão técnica. E é isso exatamente que acontece com o boxe brasileiro.

Juntos desde a bem-sucedida campanha nacional nos Jogos Olímpicos Londres 2012, quando o Brasil conquistou três medalhas, os técnicos da modalidade não poupam esforços para fazer dos Jogos Rio 2016 mais uma história de sucesso.

João Carlos Barroso, Claudio Aires e Mateus Alves vêm ajustando, no Centro de Capacitação Física do Exército(CCFEx), na Urca, os últimos detalhes para a estreia no dia 6. O Brasil entrará no ringue com nove boxeadores, sendo sete homens e duas mulheres.

"Chegamos a Londres sem expectativas e conseguimos três medalhas. Cada competição é única, mas temos confiança de que todos os nossos atletas podem buscar um bom resultado no Rio. Nesse momento de preparação, estamos aproveitando a presença dos boxeadores da Irlanda e dos Estados Unidos em nossos treinamentos para fazer ajustes finais", explicou João Carlos, de 58 anos, nascido na Guiné Bissau, que se apaixonou pelo Brasil e por uma brasileira, a paulista Elenir Perez, com quem casou e tem um filho.

Satisfeito com a evolução do boxe brasileiro desde que chegou ao país, em 1996, vindo de Cuba, onde morou e se formou em Educação Física, João Carlos lembra que outros dois treinadores, Abel Bocovo e Juraci de Oliveira, também contribuem para o desenvolvimento da modalidade. "Na verdade, somos cinco treinadores, mas apenas três estarão juntos com os atletas nos Jogos".

Segundo ele, o boxe contou no atual ciclo olímpico com toda estrutura necessária para melhorar seu desempenho nos Jogos Rio 2016. "Tivemos o apoio da Confederação, do Comitê Olímpico do Brasil e da Petrobras para chegar até aqui. Nos últimos meses disputamos importantes competições internacionais como o Mundial masculino, em outubro de 2015, em Doha, no Catar, e o Mundial Feminino, em maio, no Cazaquistão".

O caçula do grupo é o gaúcho Mateus Alves, de 34 anos, que chegou à Londres desgastado pelas críticas recebidas por ser jovem e natural de um estado com pouca tradição no boxe, mas que se firmou na equipe por seu trabalho.

"O Brasil hoje tem uma equipe respeitada internacionalmente. A nossa expectativa para os Jogos Olímpicos do Rio é muito boa. O boxe é um esporte em que o nível de concorrência é enorme", explicou.

Além dos técnicos, a seleção brasileira conta com uma equipe multidisciplinar, formada por Marisa Markunas (psicóloga), Erica Oliveira (nutricionista), Felipe Romano (analista de desempenho), Gabriel Peixoto (fisioterapeuta), João Martins (massoterapeuta) e o chefe de equipe (Otílio Toledo).

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