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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Tocha Olímpica se despede de São Paulo e chega ao Rio definitivamente


O Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 se despediu do estado de São Paulo nesta quarta-feira (27), passando pelas cidades de Taubaté, São Luiz do Paraitinga e Ubatuba. Nesta tarde, o comboio entrou em definitivo no estado do Rio de Janeiro, visitando Paraty e Angra dos Reis.




Emmanuel de Oliveira, o Pulinho, é filho de um nome de peso do esporte do Brasil: João do Pulo. Emmanuel tentou seguir os passos do pai, mas depois de dois anos treinando atletismo em alto nível, decidiu parar e continuar os estudos, ele foi um dos condutores no 86º dia de revezamento.

"Estou aqui hoje pela memória dele e por tudo que representou. Pena que ele não está mais entre nós para viver essa alegria”, disse, antes de conduzir a chama Olímpica em Taubaté.

O nadador Kainan de Jesus estava empolgado para conduzir a Tocha Olímpica em São Luís do Paraitinga. Aos 16 anos, o integrante da seleção brasileira juvenil de natação não vê a hora de os Jogos Olímpicos começarem para torcer por seus ídolos. "Tenho a melhor expectativa possível para a competição. Conduzir a chama é uma maneira de participar dela também. Meu objetivo agora é estar na próxima edição dos Jogos Olímpicos", garantiu.

O caiçara José Rennó tem mais de 40 anos dedicados ao surfe. O atleta de Ubatuba foi um dos primeiros brasileiros a participar do circuito mundial e ficou feliz da vida de receber a tocha em casa. "Dediquei minha vida ao esporte e sei da importância deste momento. É uma emoção, um orgulho muito grande poder representar a minha cidade conduzindo a tocha Olímpica", afirmou.

Quando o assunto é surfe, Suelen Almeida tira onda. Criada na praia de Itamambuca, em Ubatuba, é embaixadora do esporte no Brasil. A perspectiva do surfe virar um esporte Olímpico em Tóquio-2020 mexe com a sua imaginação: "Para mim, participar de uma competição Olímpica seria um sonho realizado. É o objetivo de todo atleta. Como o surfe ainda não faz parte da disputa, conduzir a tocha é uma maneira de participar deste contexto”, pontuou.

Durante a tarde, a chama Olímpica recomeçou sua viagem pelo Rio de janeiro. Paraty e Angra dos Reis foram as duas cidades que receberam o comboio.

Pauline Batista Souza nasceu na Comunidade da Maré, no Rio de Janeiro, e se mudou para Paraty na adolescência. Na cidade, começou um trabalho para a promoção da leitura e, por conta disso, já conquistou diversas bolsas de estudo. Hoje, é mestranda na Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos. "Os jovens, às vezes, precisam de um objetivo, um sonho e acreditar que é possível. Eu sou o exemplo claro de que, se você lutar, alcançará seus sonhos Esta tocha é sinal de que fui muito mais longe do que imaginava", comentou.

Domingos de Oliveira é corredor de rua em Paraty há mais de 35 anos. Sua ligação com o esporte é tanta que, na cidade, existe uma competição da modalidade que leva o seu nome. "Estou muito feliz de abrir o revezamento da tocha aqui na minha cidade. Ser escolhido me deixou com imensa gratidão”, disse.

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