a Puroesporte: Joinville recebe a Tocha Paralímpica com representação de Coragem
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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Joinville recebe a Tocha Paralímpica com representação de Coragem


O Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016 desembarcou nesta segunda-feira, no Sul do país, em Joinville, Santa Catarina.



A chama da cidade catarinense simboliza a coragem, valor que incentiva as pessoas a irem além das suas expectativas, mesmo que isso exija um grande esforço. A coragem é força propulsora não apenas para os atletas, mas para qualquer pessoa que esteja lutando por um objetivo.

A chama Paralímpica foi acesa em cerimônia no Centreventos Cau Hansen. Rosicler Ravache foi a mensageira do valor Paralímpico coragem em Joinville. Professora de Educação Física, ela é coordenadora de paradesporto na Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville desde 2009.

Depois de acesa, a chama Paralímpica visitou pontos turísticos da cidade, como o Parque Zoobotânico e o Mirante de Joinville, uma estrutura que fica no ponto mais alto do Morro da Boa Vista, na região central da cidade.

Gerson Knittel, primeiro atleta guia do Comitê Paralímpico Brasileiro, foi um dos condutores no Mirante. Ele atuou com vários atletas, como Ádria Rocha Santos e Maria José Ferreira, nos Jogos Paralímpicos de Atlanta, Sydney e Atenas, somando um total de 11 medalhas para o Brasil. Gerson foi saudado pelos alunos do Programa de Iniciação Esportiva, que gritavam seu nome.

Anjos receberam a tocha Paralímpica na Apae de Joinville. Bailarinos do projeto “Anjos Macalossi”, da artista plástica Vanderléia Macalossi, se apresentaram durante o revezamento com asas feitas de penas. Da Apae, a chama foi à Arena Joinville e depois seguiu pelas ruas da cidade, a partir da tradicional Rua da Palmeiras até o final da avenida Beira-Rio.

O atleta Paralímpico Marcos Evaristo comemorou a participação no revezamento. Ele lembrou o dia em que bateu o recorde brasileiro de 400m rasos na categoria T35, voltada para pessoas com paralisia cerebral. "Naquele dia, a coragem fez a diferença", disse ele. Hoje, ele reafirma a importância desse valor Paralímpico em Joinville. "Estou muito feliz. Não deixa de ser uma forma de participar dos Jogos Paralímpicos. Tenho o sonho de fazer parte da seleção brasileira de atletismo. Sinto que este momento faz parte da caminhada rumo a realização desse sonho", contou.

A brasileira com maior número de medalhas em Jogos Paralímpicos, Ádria dos Santos, foi a última condutora do dia e acendeu a pira de Celebração. Ela é a subprefeita da Vila Paralímpica nos Jogos Rio 2016.  "Foi uma emoção indescritível poder conduzir a tocha na cidade onde moro há 13 anos e ao lado de pessoas como Gerson Knittel, que já foi meu guia", afirmou para o público que lotava o Centreventos Cau Hansen.

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