a Puroesporte: Velejadores do Brasil encerram participação nos Jogos Paralímpicos Rio 2016
Subscribe: flickr

Ads 468x60px

sábado, 17 de setembro de 2016

Velejadores do Brasil encerram participação nos Jogos Paralímpicos Rio 2016


Vela brasileira ficou sem medalha nos Jogos Rio-2016
Os velejadores brasileiros encerraram sua participação nos Jogos do Rio neste sábado, 17. E, mesmo sem chances de conquistar medalha, sentiram de perto o apoio da torcida, que compareceu em ótimo número à Praia do Flamengo.

A primeira embarcação do Brasil a entrar nas águas da Baía de Guanabara foi a da classe Sonar, com Antonio Marcos do Carmo, José Matias de Abreu e Herivelton Anastácio. Os brasileiros passaram os dois primeiros marcos da prova na quarta colocação, mas depois caíram para 11º, e assim terminaram o dia e a classificação geral, dentre os 14 barcos participantes. No pódio ficaram as equipes de Austrália, Estados Unidos e Canadá.

“Lutamos até o fim hoje. Tomamos uma punição, então o resultado poderia ter sido melhor, mas chegamos na frente de todos adversários que queríamos. A ideia é adquirir mais experiência daqui para frente”, disse Herivelton.

Em seguida, os barcos da Skud18 iniciaram a disputa da regata final. Acompanhado de Marinalva de Almeida, Bruno Landgraf buscou melhorar sua marca de Londres, também uma 11ª colocação, e conseguiu. O time, que começou o dia na oitava posição, chegou em nono lugar, mas não perdeu posições no ranking geral, se mantendo entre os oito melhores de 11 barcos. Os três primeiros colocados foram Austrália, Canadá e Inglaterra.

Por fim, Nuno Rosa, da classe 2.4mR, tentou fazer uma regata de recuperação e largou muito bem, passando pelo primeiro marco em terceiro lugar. No entanto, foi perdendo posições e chegou em 12º. Não foi o suficiente para melhorar sua classificação geral e ele ficou na última colocação entre 16 participantes. O pódio da categoria foi composto por França, Austrália e Inglaterra.

Assim como o futebol de 7, a vela não consta do programa paralímpico de Tóquio 2020. Mas, segundo Walcles, há grandes chances de a modalidade voltar nos Jogos de 2024. E, para que o Brasil consiga galgar espaço no cenário mundial, a ideia é aumentar a participação de brasileiros nos campeonatos mundiais.

0 comentários: